Falamos muito em aprender com o nosso aluno, que quando chega na escola tem inúmeras experiências e bem sabemos que as expectativas são muitas.
A curiosidade é tanta que até o mais tímido consegue através do olhar demonstrar a ansiedade em aprender. Hoje em dia nem tanto, mas alguns anos atrás a escola era a chave do sucesso. Com o passar do tempo isso foi mudando, os professores reclamando que o interesse estava cada vez menor. Aulas preparadas, mas interesse quase nulo.
Atualmente, os professores que continuam “procurando aquele aluno do passado”, não estão conseguindo nem ao menos apresentar os conteúdos básicos de suas disciplinas.
Por outro lado, temos professores que investiram no “novo aluno” e mesmo sem saber, procuram um ensino centrado no aluno, buscam novas estratégias, trabalhando de maneira diferenciada e mesmo encontrando obstáculos, acreditam que podem fazer a diferença na vida do aluno.
Penso que a melhor forma para aprender é quando o professor realmente assume o papel de facilitador da aprendizagem e junto com seus alunos também tem expectativas e podem ainda acreditar que o estudo pode fazer a diferença.
Abç
Márcia
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Módulo 8_atividade 2
Quando li a proposta da atividade, fui logo pensando em algo bem centrado no aluno, no caso, os estagiários:
Proposta:
“Quando os alunos percebem que uma audiência maior que a formada apenas por seus professores e colegas assistirá a apresentação de seu trabalho, tendem a investir maior tempo no desenvolvimento do seu produto resultando, frequentemente, em melhores projetos.Você pode querer convidar os pais ou outras turmas para prestigiar eventos como uma demonstração para proporcionar um feedback autêntico e celebrar as conquistas de seus alunos. Nesta etapa, você considera diferentes maneiras de demonstrar o trabalho do aluno.”
“Demonstração Virtual: Faça com que os alunos enviem (Upload) seus produtos para Wikis ou Blogs. Os parceiros podem dar feedback ao preencher formulários impressos, fazer o envio (upload) de arquivos para o Wiki ou Blog do apresentador, responder a uma entrada do blog, criar novas subpáginas em um wiki para comentários ou adicionar comentários diretamente em uma página existente do wiki.”
Acessa Escola: temos um programa com propostas renovadas e alunos do EM atuando como estagiários.
A certeza é muita cobrança por parte da equipe escolar e ainda da comunidade que em grande parte é atuante no sentido de cobrar o funcionamento de algo inovador.
Pois bem, nada melhor e mais concreto que viabilizar o novo espaço, contar com o aluno protagonista e reunir os pais, deixando claros os objetivos do programa.
Para isso usar boas estratégias pode ser a garantia de bons parceiros. Apresentações, vídeos, painéis e um blog da escola com explicações claras e precisas poderão ser materiais que demonstrem boa parte das ações desenvolvidas pela equipe no “novo espaço” da escola.
Proposta:
“Quando os alunos percebem que uma audiência maior que a formada apenas por seus professores e colegas assistirá a apresentação de seu trabalho, tendem a investir maior tempo no desenvolvimento do seu produto resultando, frequentemente, em melhores projetos.Você pode querer convidar os pais ou outras turmas para prestigiar eventos como uma demonstração para proporcionar um feedback autêntico e celebrar as conquistas de seus alunos. Nesta etapa, você considera diferentes maneiras de demonstrar o trabalho do aluno.”
“Demonstração Virtual: Faça com que os alunos enviem (Upload) seus produtos para Wikis ou Blogs. Os parceiros podem dar feedback ao preencher formulários impressos, fazer o envio (upload) de arquivos para o Wiki ou Blog do apresentador, responder a uma entrada do blog, criar novas subpáginas em um wiki para comentários ou adicionar comentários diretamente em uma página existente do wiki.”
Acessa Escola: temos um programa com propostas renovadas e alunos do EM atuando como estagiários.
A certeza é muita cobrança por parte da equipe escolar e ainda da comunidade que em grande parte é atuante no sentido de cobrar o funcionamento de algo inovador.
Pois bem, nada melhor e mais concreto que viabilizar o novo espaço, contar com o aluno protagonista e reunir os pais, deixando claros os objetivos do programa.
Para isso usar boas estratégias pode ser a garantia de bons parceiros. Apresentações, vídeos, painéis e um blog da escola com explicações claras e precisas poderão ser materiais que demonstrem boa parte das ações desenvolvidas pela equipe no “novo espaço” da escola.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
MOTIVAÇÃO
Falamos muito em motivação, mas sem motivação tudo fica muito difícil.
O professor desmotivado fala que não prepara suas aulas porque não vale a pena perder tempo se os alunos não valorizam e por sua vez os alunos sem entender o porque das atividades muitas vezes não se esforçam para conseguir aprender.
Bem sabemos que manter o interesse de nossos alunos não é tarefa fácil, aliás, é muito difícil. Eles vivem em um mundo tecnológico com acesso a uma rede de informações, mas diante disso o que fazer como professor?
Não podemos mais adiar mudanças verdadeiras na educação. Falar em contextualizar, interdisciplinaridade, ler vários autores e estudar não basta. Faz-se necessário uma nova maneira de ensinar e aprender e para isso não temos receitas prontas, precisamos pensar e agir com novas estratégias , mas o primeiro passo é assumir que estamos diante de uma nova escola, de novos alunos e que o planejamento também precisa se renovar a cada ano e que replanejar deve fazer parte do nosso dia a dia.
O professor desmotivado fala que não prepara suas aulas porque não vale a pena perder tempo se os alunos não valorizam e por sua vez os alunos sem entender o porque das atividades muitas vezes não se esforçam para conseguir aprender.
Bem sabemos que manter o interesse de nossos alunos não é tarefa fácil, aliás, é muito difícil. Eles vivem em um mundo tecnológico com acesso a uma rede de informações, mas diante disso o que fazer como professor?
Não podemos mais adiar mudanças verdadeiras na educação. Falar em contextualizar, interdisciplinaridade, ler vários autores e estudar não basta. Faz-se necessário uma nova maneira de ensinar e aprender e para isso não temos receitas prontas, precisamos pensar e agir com novas estratégias , mas o primeiro passo é assumir que estamos diante de uma nova escola, de novos alunos e que o planejamento também precisa se renovar a cada ano e que replanejar deve fazer parte do nosso dia a dia.
EXEMPLO DO ALUNO
Pensando que o currículo visa que os alunos tenham as competências e habilidades de leitura e escrita bem desenvolvidas, os professores poderão aproveitar a existência da sala de internet e ainda o auxílio dos estagiários do EM para estimular seus alunos com projetos que através de pesquisas e produções individuais ou em grupos possam de fato fazer valer as expectativas de cada disciplina. Dar autonomia para construírem o próprio conhecimento, não é deixá-los livres sem direcionamento, mas ao contrário, exige um bom planejamento.
Isto vem de encontro com as idéias de vários autores que defendem o uso das diferentes tecnologias como forma inovadora no processo do ensino e aprendizagem, onde professor e alunos podem aprender juntos.
“A Internet e as novas tecnologias estão trazendo novos desafios pedagógicos para as universidades e escolas. Os professores, em qualquer curso presencial, precisam aprender a gerenciar vários espaços e a integrá-los de forma aberta, equilibrada e inovadora. O primeiro espaço é o de uma nova sala de aula melhor equipada e com atividades diferentes. Em alguns momentos o professor leva seus alunos ao laboratório conectado à Internet para desenvolver atividades de pesquisa e de domínio das tecnologias (segundo espaço). Estas atividades se ampliam a distância, nos ambientes virtuais de aprendizagem conectados à Internet, o que permite diminuir o número de aulas e continuar aprendendo juntos a distância (terceiro espaço).
...Uma das tarefas mais importantes das universidades, escolas e secretarias de educação hoje é planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo de presença física em sala de aula e o tempo de aprendizagem virtual e como integrar de forma criativa e inovadora esses espaços e tempos.” Moran José Manuel
Mas, precisamos ter muito cuidado e atenção para não fazer de conta que houve mudanças nas estratégias.
Outro dia visitando duas escolas, tive a oportunidade de apreciar duas “novas formas de aulas práticas” Segue abaixo os dois exemplos:
1) O professor preparou sua aula com apresentação em Power point, utilizou o projetor em sala de multimídia para explicar a matéria e solicitava que os alunos copiassem no caderno.
2) Os estagiários EM utilizam a Sala Ambiente de Informática – SAI para ministrar aulas básicas de informática no contra turno dos alunos com orientações de um professor responsável que depois aproveita o que os alunos aprenderam para ministrar suas aulas de matemática. Neste caso os alunos aprenderam noções básicas de excel para posteriormente construírem gráficos.
O 1º exemplo vem de encontro com a fala de Moran:
“Uma das reclamações generalizadas de escolas e universidades é de que os alunos não agüentam mais nossa forma de dar aula. Os alunos reclamam do tédio de ficar ouvindo um professor falando na frente por horas, da rigidez dos horários, da distância entre o conteúdo das aulas e a vida.”
“Colocamos tecnologias na universidade e nas escolas, mas, em geral, para continuar fazendo o de sempre – o professor falando e o aluno ouvindo – com um verniz de modernidade. As tecnologias são utilizadas mais para ilustrar o conteúdo do professor do que para criar novos desafios didáticos.” Moran
O 2º exemplo também é descrito por Moran: “As tecnologias começam a estar um pouco mais ao alcance do estudante e do professor. Precisamos repensar todo o processo, reaprender a ensinar, a estar com os alunos, a orientar atividades, a definir o que vale a pena fazer para aprender, juntos ou separados.”
O 1º exemplo retrata o caso de professores que buscam novas estratégias, mas precisam entender que não basta apenas substituir o quadro negro por equipamentos, mas é necessário mudar a forma de ensinar aproveitando as deferentes tecnologias disponíveis nas escolas.
Já no 2º exemplo, o professor de fato muda sua forma de ensinar o conteúdo da disciplina, utilizando o computador.
Este exemplo está de acordo com o projeto, onde os professores poderão contar com os estagiários do Programa Acessa Escola e por sua vez os estagiários terão a oportunidade de além de ampliar seus conhecimentos, serem atuantes em suas novas atribuições.
Pensando que o currículo visa que os alunos tenham as competências e habilidades de leitura e escrita bem desenvolvidas, os professores poderão aproveitar a existência da sala de internet e ainda o auxílio dos estagiários do EM para estimular seus alunos com projetos que através de pesquisas e produções individuais ou em grupos possam de fato fazer valer as expectativas de cada disciplina. Dar autonomia para construírem o próprio conhecimento, não é deixá-los livres sem direcionamento, mas ao contrário, exige um bom planejamento.
Isto vem de encontro com as idéias de vários autores que defendem o uso das diferentes tecnologias como forma inovadora no processo do ensino e aprendizagem, onde professor e alunos podem aprender juntos.
“A Internet e as novas tecnologias estão trazendo novos desafios pedagógicos para as universidades e escolas. Os professores, em qualquer curso presencial, precisam aprender a gerenciar vários espaços e a integrá-los de forma aberta, equilibrada e inovadora. O primeiro espaço é o de uma nova sala de aula melhor equipada e com atividades diferentes. Em alguns momentos o professor leva seus alunos ao laboratório conectado à Internet para desenvolver atividades de pesquisa e de domínio das tecnologias (segundo espaço). Estas atividades se ampliam a distância, nos ambientes virtuais de aprendizagem conectados à Internet, o que permite diminuir o número de aulas e continuar aprendendo juntos a distância (terceiro espaço).
...Uma das tarefas mais importantes das universidades, escolas e secretarias de educação hoje é planejar e flexibilizar, no currículo de cada curso, o tempo de presença física em sala de aula e o tempo de aprendizagem virtual e como integrar de forma criativa e inovadora esses espaços e tempos.” Moran José Manuel
Mas, precisamos ter muito cuidado e atenção para não fazer de conta que houve mudanças nas estratégias.
Outro dia visitando duas escolas, tive a oportunidade de apreciar duas “novas formas de aulas práticas” Segue abaixo os dois exemplos:
1) O professor preparou sua aula com apresentação em Power point, utilizou o projetor em sala de multimídia para explicar a matéria e solicitava que os alunos copiassem no caderno.
2) Os estagiários EM utilizam a Sala Ambiente de Informática – SAI para ministrar aulas básicas de informática no contra turno dos alunos com orientações de um professor responsável que depois aproveita o que os alunos aprenderam para ministrar suas aulas de matemática. Neste caso os alunos aprenderam noções básicas de excel para posteriormente construírem gráficos.
O 1º exemplo vem de encontro com a fala de Moran:
“Uma das reclamações generalizadas de escolas e universidades é de que os alunos não agüentam mais nossa forma de dar aula. Os alunos reclamam do tédio de ficar ouvindo um professor falando na frente por horas, da rigidez dos horários, da distância entre o conteúdo das aulas e a vida.”
“Colocamos tecnologias na universidade e nas escolas, mas, em geral, para continuar fazendo o de sempre – o professor falando e o aluno ouvindo – com um verniz de modernidade. As tecnologias são utilizadas mais para ilustrar o conteúdo do professor do que para criar novos desafios didáticos.” Moran
O 2º exemplo também é descrito por Moran: “As tecnologias começam a estar um pouco mais ao alcance do estudante e do professor. Precisamos repensar todo o processo, reaprender a ensinar, a estar com os alunos, a orientar atividades, a definir o que vale a pena fazer para aprender, juntos ou separados.”
O 1º exemplo retrata o caso de professores que buscam novas estratégias, mas precisam entender que não basta apenas substituir o quadro negro por equipamentos, mas é necessário mudar a forma de ensinar aproveitando as deferentes tecnologias disponíveis nas escolas.
Já no 2º exemplo, o professor de fato muda sua forma de ensinar o conteúdo da disciplina, utilizando o computador.
Este exemplo está de acordo com o projeto, onde os professores poderão contar com os estagiários do Programa Acessa Escola e por sua vez os estagiários terão a oportunidade de além de ampliar seus conhecimentos, serem atuantes em suas novas atribuições.
Para a atividade do exemplo do aluno, como estou fazendo meu trabalho pensando no Programa Acessa Escola, postei 02 propagandas, sendo 01 em .doc e outra em ppt e ainda um blog: http://acessandoaprendendo.blogspot.com para divulgação da sala de internet.
As atividades acima realizei como se fosse o estagiário do Ensino Médio divulgando a nova sala de internet.
As atividades acima realizei como se fosse o estagiário do Ensino Médio divulgando a nova sala de internet.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O uso da internet
INTERNET: Ferramenta que atrai nossos alunos e professores. Se bem utilizada contribui muito e de maneira benéfica para a construção do conhecimento, mas também pode ser a destruição dos objetivos propostos se não direcionada de forma correta.
A cada dia notamos que não vivemos sem ela e que sua presença na escola é fundamental para a Equipe Gestora que utiliza em seu cotidiano.
Com a ativação da nova sala de informática, vista hoje como “sala de internet”, pode ser o início de uma nova era na educação onde os alunos poderão ter acesso independente do uso como sala de aula.
Se bem orientada poderá contribuir com a aprendizagem de nossos alunos, inclusive no contra turno e assim facilitar o acesso ao conhecimento.
A cada dia notamos que não vivemos sem ela e que sua presença na escola é fundamental para a Equipe Gestora que utiliza em seu cotidiano.
Com a ativação da nova sala de informática, vista hoje como “sala de internet”, pode ser o início de uma nova era na educação onde os alunos poderão ter acesso independente do uso como sala de aula.
Se bem orientada poderá contribuir com a aprendizagem de nossos alunos, inclusive no contra turno e assim facilitar o acesso ao conhecimento.
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